Luciana Gobetti - São Paulo
   

As dores são muito fortes e preciso de medicação na veia para melhorar. Tive que realizar uma ureterolitotripsia, pois meus rins estavam dilatados e a pedra media 0,6 mm. A dor é inexplicável. Tive que ficar afastada do emprego após a cirurgia, e coloquei um cateter o duplo que me fazia sentir dor e sangrava ao urinar e após andar pequenos trechos. Minha família tem histórico de problemas renais – minha avó, prima e irmãos têm diversas doenças relacionadas à região trato urinária.

Vou ao urologista duas vezes ao ano para acompanhar, mas não consigo me curar. Além disso, tive que mudar a alimentação, ingerir mais líquidos. Mas não há como prevenir, quando as pedras se formam, não tem o que fazer, apenas tentar expeli-las e controlar a dor”.

Luciana Gobetti, 34 anos, assistente comercial, São Paulo